Oi, pessoal!
Bem, a convite da minha irmã Carol Garofani, vim escrever no blog dela, e é para ensinar – ou só contar como fiz, não sei se estou podendo ensinar a fazer bolo, como você logo irá constatar – um cuque de uva.
É, de uva. Sei que a maioria das pessoas só comeu, ou só ouviu falar, de cuque de banana. Mas o cuque de uva tem as suas virtudes: é menos doce do que o de banana, mais úmido e fica, supostamente, mais bonito. Uma vez, comi um cuque de uva na casa de uma amiga minha, e estava bom demais! Desde então fico pensando em fazer um. Chegou o momento!
Na verdade verdadeira, o momento chegou 3 vezes.
Da 1a vez, peguei uma receita de um blog meio duvidoso e obscuro. Junte isso com uma cozinheira meio duvidosa e obscura e o resultado foi um bolo batumado e encruado, com uma farofa que virou casca e uvas que viraram uma geléia sensacional. Tive que jogar fora antes que o Ricardo (marido) passasse mal, comendo o bolo ruim pra chegar na geléia boa.
Da 2a vez, a massa cresceu lindinha. Mas eu, com preguiça de voltar no mercado que tinha comprado aquelas uvas tão boas, comprei uva itália mesmo, e a receita da farofa (que vai por cima) tinha trigo demais! O resultado foi um bolo farinhento (literalmente), seco e azedo, porque as uvas não eram as ideais. Não exatamente um quitute dos deuses.
E a 3a vez é essa que eu vou contar.

